A MÁSCARA CAI! VEREADOR QUE VOTOU A FAVOR DE 4 CONTAS REPROVADAS TENTA DERRUBAR CONTAS APROVADAS: A HIPOCRISIA EM MURUTINGA

O vereador de Murutinga do Sul Adriano Nunes (Maninho) personifica uma contradição política que desafia a lógica do interesse público e da boa gestão fiscal. Seu histórico de votos apresenta uma clara inversão de critérios, em que a lealdade a um aliado político parece se sobrepor à fiscalização técnica e responsável das contas municipais.

25/11/2025

Nilson Lobão / Saiba Tudo

 Enquanto 7 vereadores agiram com responsabilidade e acataram o parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), que aprovou as contas de 2023 da atual administração do município, apenas um nome se levantou para desafiar a Justiça e o bom senso: o vereador Adriano Nunes (Maninho).

Em um voto isolado e politicamente motivado, Adriano Nunes (Maninho) tentou reprovar contas que o próprio Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) considerou regulares. Essa atitude não apenas desrespeita o órgão fiscalizador, mas também demonstra uma traição ao interesse público em favor de um esquema político fracassado.

A DEFESA INJUSTIFICÁVEL DO PASSADO

O ponto de maior indignação é o apoio irrestrito ao ex-prefeito Gilson Pimentel, cuja gestão teve as contas de quatro anos consecutivos (2017 a 2020) REJEITADAS pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

O fato: O TCE-SP e, posteriormente, a Câmara Municipal condenaram a administração por graves irregularidades fiscais, incluindo grandes déficits orçamentários (como o de R$ 842.997,13 em 2018) e desequilíbrio fiscal. Tais falhas colocam em risco a saúde financeira do município e o futuro dos serviços públicos.

O voto: ao votar a favor da aprovação destas quatro contas comprovadamente manchadas pela IRREGULARIDADE FISCAL, o vereador não apenas ignorou o parecer técnico do TCE-SP, mas também tentou chancelar uma gestão com sérias deficiências. Seu voto, neste contexto, foi um ato de lealdade política em detrimento da responsabilidade fiscal com Murutinga.

A contradição se torna ultrajante no momento em que o mesmo vereador se posiciona contra a aprovação de contas atuais que receberam parecer pela REGULARIDADE do TCE-SP.

Essa mudança de postura expõe a natureza seletiva de sua fiscalização:

Ele se torna um defensor da irregularidade ao blindar um aliado.

Ele se torna um opositor da regularidade ao atacar a gestão atual.

O vereador que defendeu orçamentos marcados pelo déficit e pelo desequilíbrio fiscal agora tenta reprovar contas que foram aprovadas pela regularidade técnica.

O QUESTIONAMENTO FUNDAMENTAL

Esta discrepância levanta um questionamento inevitável sobre o papel do vereador: ele está exercendo sua função de fiscalizar o uso do dinheiro público e zelar pela cidade, ou está agindo como uma peça tática de oposição, movido por interesses do grupo político?

Ao tentar descredibilizar contas regulares após ter defendido contas reprovadas, o vereador parece trabalhar não pelo progresso e pela transparência de Murutinga, mas sim pelo retrocesso político, priorizando a agenda de seus aliados em vez dos princípios de boa gestão que deveriam nortear seu mandato.

O voto do vereador não é apenas uma manobra. Ao se alinhar a um passado de contas reprovadas e ao desafiar o órgão de controle, Adriano Nunes (Maninho) demonstra que seus interesses são pessoais e de grupo, e não da população de Murutinga do Sul.

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