MORTE DO BEBÊ THÉO GERA REVOLTA E FAMÍLIA APONTA POSSÍVEL FALHA EM ATENDIMENTO
No entanto, no dia 8 de abril, ao perceber a diminuição dos movimentos do bebê, decidiu buscar atendimento novamente. Já na unidade, por volta das 15h, apresentou pressão arterial elevada e recebeu medicação. Ainda de acordo com o relato, naquele momento os batimentos cardíacos do bebê foram identificados.
11/04/2026
A morte do pequeno Théo causou grande comoção e indignação em O caso veio à tona após relatos divulgados por uma amiga da mãe, Ana Carolina dos Santos Osti, que estava com 40 semanas e 6 dias de gestação, em uma gravidez considerada normal e sem complicações apontadas nos exames.
Segundo o relato, Ana Carolina procurou a maternidade pela primeira vez no dia 3 de abril, quando realizou exames e foi orientada a retornar dias depois. No dia 7, voltou à unidade, passou por nova avaliação e, novamente, foi liberada, com recomendação de retorno no dia 9.
No entanto, no dia 8 de abril, ao perceber a diminuição dos movimentos do bebê, decidiu buscar atendimento novamente. Já na unidade, por volta das 15h, apresentou pressão arterial elevada e recebeu medicação. Ainda de acordo com o relato, naquele momento os batimentos cardíacos do bebê foram identificados.
Horas depois, por volta das 19h, foi iniciado procedimento para indução do parto. Já às 21h, Ana Carolina teria informado que não sentia mais o bebê se mexer. A cesariana, no entanto, só foi realizada por volta das 23h40. Pouco antes do procedimento, os profissionais não conseguiam mais detectar os batimentos cardíacos.
Théo nasceu sem vida. Conforme divulgado, o bebê pesava cerca de 4,5 kg e não apresentava problemas durante a gestação.
A situação gerou forte repercussão nas redes sociais. Familiares e amigos questionam a condução do atendimento e defendem que a realização antecipada da cesariana poderia ter evitado a tragédia.
O caso levanta discussões sobre assistência obstétrica e o direito de escolha da gestante, além de mobilizar pedidos por apuração e justiça.